Journey Into Healing
Dedicated to you Doc, who showed me it is all worthwhile! Você é tudo de bom!História do TAROT

Acredita-se que os baralhos nasceram de lâminas soltas de um livro sagrado, egípcio. Os hierofantes (sacerdotes) a fim de preservar seus conhecimentos através dos tempos, sem que os mesmos caíssem em mãos profanas, anotaram . Anotaram seus mistérios nessas lâminas, ocultando sua significação sob uma simbologia hierática, espécie de código religioso,, só conhecido deles.
As lâminas foram copiadas e correram mundo. Os iniciados usavam-nas em manipulações que, aos leigos, pareciam ser jogos. Os soldados imitaram os iniciados, passando a usar lâminas iguais em jogos diversos, e o jogo do baralho se universalizou, percorrendo os povos conhecidos de então. Como a maioria dos países eram governados por reis e sua côrte o símbolos representantes sacerdote, da sacerdotiza, etc. passaram a ser representados por reis, rainhas e duques que, como passar dos tempos, ficaram conhecidos como rei, dama, valete etc.
Mas o sentido mágico, místico, religioso das lâminas não se perdeu, passando a ser usados inclusive pelos ciganos, a fim de consultar o futuro, ver os acontecimentos e, daí o “ver a sorte”, “la buena dicha” e, como o mundo está cheio de ingênuos, desesperados, apaixonados e tudo o mais, o campo da cartomancia começou a ser invadido por espertalhões, que de nada entendiam, e exploravam a fé dos incautos, provocando reações, às vezes violentas, das autoridades civis, militares e religiosas. E o baralho passou a ser apenas peças de jogos.
Os tempos passam, livros são consultados, mistérios de ontem se tornam do conhecimento popular. Assim também a significação das famosas lâminas egípcias pode, hoje em dia, ser levada a público sem quaisquer proibições. Mas, como dizia Jesus Cristo, muitos serão os chamados, poucos os escolhidos, também na cartomancia acontece isso.
De todas as cabalcas e ciências antigas, aquela que obteve maior popularidade e crédito através dos tempos mais remotos foi, sem dúvida, a arte de conhecer o destino, passado, presente e futuro, pelo jogo de cartas.
Os egípcios e os romanos já a usavam, se bem que com figuras e marcas diferentes. Assim também os chineses, japoneses, hindus e outros povos. Naturalmente todos eles usavam simbologia diferente dos baralhos modernos.
Na França, na Inglaterra e na Alemanha, durante os quase lendários domínios feudais, a cartomancia era o modo mais rápido e seguro de se conhecer o destino, e muitos senhores de feudos, barões, duques, príncipes e outros, usavam-na até mesmo para antever o resultado de uma batalha.
Na Espanha, a super-católica Espanha, desafiando o terrível poder do Santo Ofício, a famosa Santa Inquisição que vivia fazendo churrasco de gente, a arte de lançar as cartas vicejou enormemente, com incrível difusão que chegava ao fanatismo.
O sistema de deitar cartas não é exatamente igual, variando de país a país e, até mesmo, de cartomante a cartomante. Mas isso é próprio, pois também a música, apesar de ter somente 7 notas: do, ré, mi, fá, sol, lá, si os ritmos variam de país a país, tornando-se samba, valsa, tango, bolero. Com 7 notas se vai ao infinito. Assim também as cartas.
Já em 1.299 dC, no livro “Tratado do Governo e da Família”, escrito por Sandro di Pipozza, se lê referências à cartomancia, exposta como um meio de se conseguir descobrir o destino das pessoas.
Antigamente dividiam-se os valores das cartas em duas grandes categorias:
1 — Na França, Bélgica, parte da Inglaterra, Suíça, Alemanha e parte da Itália, os valores eram representados por: a flor (paus), o punho de uma espada, cor respondendo cavalaria; espadas, pela ponta de uma alabarda, representando os alabardeiros; ouros, pela ponta de uma flecha, representando os arqueiros e – copas (ou coração), pela ponta de seta de uma besta (balestra) representando os besteiros. Outras difarenças nos desenhos, que eram sempre militares, a flor (paus) nos baralhos franceses, o trifólio ou trevo representavam o abastecimento de víveres, comida; espadas representavam as armas; ouros representavam as insígnias, bandeiras, brasões etc.; copas (coração) a coragem.
Outro significado era:
*flor (paus) o camponês, o aldeão, o agricultor enfim, o homem do campo;
*espadas, o militar, o soldado;
*ouros, o burguês, o cidadão rico ou de classe acima da média;
*copas (ou coração) o pároco, padre, bispo etc.
Assim representavam as 4 classes sociais da época.
2 — Na outra parte da Inglaterra, na Espanha, em Portugal e na maior parte da Itália essa simbologia era bem diferente, sendo os 4 naipes representados pelos seguintes símbolos: ouros, uma ou mais moedas; espadas, pelo desenho das próprias armas, mais semelhantes a punhais ou adagss que espadas; copas pelo desenho de uma taça, mais correspondente à palavra copa e paus por bastões ou cacetes.
Em 1932, conforme uma pintura de Giacomino Gringonneur, representando a donzela Odete divertindo Carlos VI, filho de Carlos V, imperador do Sacro Império Romano, as figuras eram as seguintes: os 4 Reis representavam o rei David, figurando o povo hebreu; Alexandre Magno, representando o povo grego; Cesar, representando os romanos e Carlos Magno, o povo francês.
As 4 rainhas (ou damas) eram: Rachel ou Agnese Sorei, representando a beleza; Palade ou Joana D’Arc, a sabedoria; Judite ou Isabel da Baciera, a religião e Argine ou Maria D’Angio, mulher de Carlos VII, a hereditariedade (ou herança).
Os 4 valetes eram as 4 idades da cavalaria: Etore, o valor toriano; Orlando, o paladino de Carlos Magno; Lanciotto, o campeão da Távola Redonda, do rei Artur e La Hire, ardoroso capitão de Carlos VII.
O ás acredita-se, ou, segundo um conceito celta, representa o princípio, o início, pois o Um é o começo de tudo.
Geralmente as cartas são fabricadas de cartão, cartolina, etc. principalmente depois da invenção da imprensa. Na China eram lâminas de marfim, e no antigo Egito eram lâminas de ouro.
Autor desconhecido
Amigo é Casa
Amigo é feito casa que se faz aos poucos
e com paciência pra durar pra sempre
A casa é amizade construída aos poucos
e que a gente quer com beira e tribeira
Com gelosia feita de matéria rara
e altas platibandas, com portão bem largo
que é pra se entrar sorrindo
nas horas incertas
sem fazer alarde, sem causar transtorno
Amigo que é amigo quando quer estar presente
faz-se quase transparente sem deixar-se perceber
Amigo é pra ficar, se chegar, se achegar,
se abraçar, se beijar, se louvar, bendizer
Amigo a gente acolhe, recolhe e agasalha
e oferece lugar pra dormir e comer
Amigo que é amigo não puxa tapete
oferece pra gente o melhor que tem e o que nem tem
quando não tem, finge que tem,
faz o que pode e o seu coração reparte que nem pão.
Da experiencia
Henry James compara a experiência a uma imensa teia de aranha, espalhada a nossa volta – que é capaz de pegar não só aquilo que é necessário, mas também a poeira que está no ar.
Muitas vezes o que chamamos “experiência” nada mais é que a soma de nossas derrotas. Então, olhamos para frente com o medo de quem já cometeu bastantes equívocos na vida – e não temos coragem de dar o próximo passo.
Neste momento é bom lembrar as palavras de Lord Salisbury: “se você acreditar totalmente nos médicos, vai achar que tudo faz mal a saúde. Se acreditar totalmente nos teólogos, vai se convencer que tudo é pecado. Se acreditar totalmente nos militares, concluirá que nada é absolutamente seguro. Para evitar isto, escute seu coração”.
Fonte: Paulo Coelho
Amor, Harmonia e Beleza
Como as palavras, amor, harmonia e beleza, deliciam o coração de todos os que ouvem! Pode-se perguntar: “O que pode haver nessas palavras que seja capaz de exercer um tamanho poder natural sobre a alma humana?”
A resposta é que se existe algo na vida exerce atração sobre a alma humana, esse algo é o amor e a beleza. Se alguém perguntar: “E o que mais além desses?”, a resposta será: “Nada mais há.” Por que assim? Por que eles são a própria natureza da vida, O amor é a natureza da vida, a beleza é a conseqüência da vida, a harmonia é o meio pelo qual a vida realiza o seu propósito, e a carência deles resulta em destruição.
Quando refletimos a respeito de toda a Criação, não podemos deixar de ver que o seu propósito é expressar um ideal de amor, de harmonia e de beleza. O amor não poderia ter se manifestado se nada houvesse para amar, os olhos não poderiam ter visto se nada houvesse para ver. O que o amor poderia fazer se não houvesse beleza? O amor teria sido silencioso. Só se pode dizer que o amor existe depois que ele passou do silêncio à expressão.
Agora vem a pergunta: “O que faz a beleza?” A resposta é que foi o amor que fez a beleza. Quando um sufi chama vocês de “Bem-Amado de Deus”, ele tem essa idéia em mente. Tudo o que Deus criou, Ele criou a partir do Seu amor, Ele criou para ser amado por Ele, e portanto tudo o que Ele criou e todas as Suas criaturas são os Seus Bem-Amados.
Nós, seres humanos, temos os nosso preconceitos. Gostamos de uma pessoa, não gostamos de outra; consideramos uma digna de alta estima, e outra digna apenas de baixa estima. Mas, para Deus, elas são todas semelhantes; elas são a Sua criação. É exatamente como seria para um poeta se um pequeno fragmento de papel no qual está escrita a sua canção fosse jogado fora, ou se perdesse ou carecesse de estima. Como poderia ele cantar sem a sua voz? Assim acontece com o criador; Ele não pode ficar contente quando Seus pequenos fragmentos de papel não são apreciados.
Deus é amor, E Ele criou o homem a partir do Seu amor. Como então pode Ele ficar contente se uma pessoa odeia ou se tem preconceito contra um companheiro, pois essa pessoa esquece que, por mais indigno que esse companheiro possa parecer, ele é, não obstante, o bem-amado de Deus? Ele o criou para amá-lo. Portanto, Deus, o Pai e a Mãe de todos os seres, está igualmente contente com todas as Suas criaturas.
Porém, uma coisa não é mais bela do que a outra, uma pessoas mais do que outra, tanto exterior como interiormente? Qual é a razão disso?
Descobrimos a razão quando consideramos a obra de um artista, de um poeta, de um compositor musical, de um escritor. Podemos reconhecer que uma composição é muito mais bela do que a outra. Uma pintura talvez possa ser a melhor que o artista pintou em toda a sua vida. O poeta pode se perguntar: “Eu escrevi este verso? De onde ele pode ter vindo? É tão superior a todos os outros; é maravilhoso como estas palavras me ocorreram.”
Assim como reconhecemos isso na poesia, também o reconhecemos na obra do Criador. Ao mesmo tempo, o amor é o único poder que tem criado, ou pode criar.
Dessa maneira, Deus se torna o amante e, ao mesmo tempo, a manifestação ou o objeto do amor. Em sânscrito, isso é chamado pelos místicos de Shiva e Shakti, ou Purusha e Prakriti, ou Iswara e Maya, esses três pares de palavras. Uma parte é o amor, e a outra parte é a beleza. O amor criou a beleza a fim de que ele pudesse ser capaz de amor. Deus é o amor; é pó isso que Ele é chamado de o Criador. Apenas o amante tem o poder de criar, e aquilo que ele cria tem o propósito de receber o seu amor.
O Profeta disse: “Deus é belo, e Ele ama a beleza.” Ora, a palavra belo não se refere à forma de Deus. Deus é sem-forma. Ele não tem personalidade até manifestar a Si Mesmo para Si Mesmo. Portanto, não é Sua personalidade que é bela, pois Deus está além daquilo que, no sentido comum da palavra, é chamado de personalidade.
Todas as coisas que fazemos são obras de nossas mãos. Somos os criadores dessas coisas, e somos maiores que nossas mãos. É assim com o amor. O amor é maior que a beleza, pois o amor é o criador da beleza que é amada pelo amor de sua vida.
Não há dúvidas de que, ao amar, o amor se torna limitado como a beleza, mas, então é este o propósito do amor. Se não houvesse beleza, o Seu amor não poderia ter realizado a alegria latente de sua própria natureza. A alegria de sua existência se extinguiria.
Tão logo sejamos capazes de pensar dessa maneira, passamos a reconhecer que o amor é mais amplo, incomparavelmente mais amplo que o objeto que ele ama. O verdadeiro amor, a verdadeira beleza, está no amante. O objeto que ele ama é muito menor, embora, no momento, o amante não esteja ciente da diferença. O amante pensa: “Você é o objeto diante do qual eu me curvo. Você é o objeto a respeito do qual eu penso dia a enoite, diante do qual eu não tenho defesas. Você é o objeto que eu admiro, que adoro.” No entanto, ele não compreendia a vastidão do seu amor, e de fato, estritamente falando, a vastidão do amor é maior do que o amante.
Quando as pessoas começam a aprender a lição do amor, elas estão propensas a se assustar diante da dor e das dificuldades e dos aborrecimentos que terão de enfrentar em nome do amor. Quando comparam a condição delas como a dom bem-amado, pensam que o bem-amado está em muito melhor situação que elas. “Aquele que arrebata o meu pensamento, que me causa dor, que fere o meu coração, é muito mais feliz.” E elas prosseguem pensando: “Se eu fosse o bem-amado, seria muito melhor.” Toda alma experimente esse pensamento, mas, depois que ela tiver subido em cima dele, então ela começará a conhecer o amor. A alma que não escapou desse pensamento não consegue compreender a plenitude do amor.
Há um outro lado do amor, e esse lado é o egoísmo, e o amante precisa escapar dele. O verdadeiro amante diz: “darei tudo, suportarei todas as coisas, todas as torturas, todos os tormentos que precisarem ser enfrentados na vida. Eu me curvarei humildemente antes que qualquer coisa aconteça comigo. Darei tudo o que tenho. Suportarei todas as coisas, acreditarei em todas as coisas, esperei por todas as coisas e sofrerei por todas as coisas.”Mas o que o outro lado do amor diz: “Você está louco? Você perdeu a razão? Você é tolo. Por que toda essa lamentação? Veja quão feliz é o bem-amado. Seja feliz como ele, e esteja em sua posição exaltada, em vez de ficar nessa humildade e degradação. Ingresse naquela grandeza e não nessa destruição.” Então, ele recupera a razão e finalmente entende. Uma coisa leva a destruição, a outra promete segurança. Porém, na destruição está a mão de Deus, ao passo que na segurança está a mão de Satã. Todas as coisas egoístas são ensinadas por esse poder e por esse conhecimento que é inimigo da humanidade. Satã é um inimigo porque ele afasta do homem do propósito de sua vida. Ele procura fazer com que o amante troque de lugar com o bem-amado, e diga: “Sua posição é melhor do que a minha; por isso, eu gostaria de ser como você.” E talvez o amante espere durante toda a vida para conseguir essa posição cobiçada, e ele nunca irá chegar porque o bem-amado não entregaria a riqueza quando a oportunidade estivesse presente.
A vida de uma pessoa muda totalmente depois que ela se fundo no fogo do amor. Este a exaltará a ponto de o seu poder chegar até mesmo a influenciar animais e pássaros; o sábio e o tolo são igualmente atraídos para essa pessoa. Depois que for purificada, queimada no fogo do amor, ela se tornará a atração de cada alma, de cada ser, seja ele invisível ou visível. É apenas o conselho de Satã que a impede disso. O Mestre é aquele que sofre. Nós, com freqüência, refletimos sobre Jesus Cristo lavando os pés dos seus discípulos. Que beleza há nesse serviço, nessa humildade! Seríamos capazes de encontrar essa beleza num homem orgulhoso? Poderia um homem orgulhoso conquistar os corações do mundo por séculos e séculos? O homem orgulhoso é conduzido por Satã; ele se torna frio e egoísta, tendo apenas a si mesmo como referência. Todos na sua presença se congelam, pois na sua presença é como gelo e não pode transmitir conforto.
Porém, quando é generoso aquele que passou por todo o sofrimento! Houve algo mais na vida de Cristo a não ser perdão e tolerância? Sempre perdoe, sempre tolere, disse ele. Foi porque o amor no coração do mestre era tão grande que esse amor atraía a todos. O amor era toda a filosofia que os seus pescadores podiam entender, e, se o amor fosse colocado antes da filosofia e da religião, quão devotados se tornariam os devotos. Os animais e os pássaros seriam atraídos pelo poder do coração do homem inflamado de amor. De qualquer maneira, o homem só faz afugentar o amor à mínima suspeita do seu aparecimento, e, desse modo, o amor nunca quer se aproximar dele.
Sufi Message
Love
A lifetime without Love is of no account
Love is the Water of Life
Drink it down with heart and soul!
Não Posso
Eu queria dizer que te amo, mas não posso.
Eu queria dizer que quero você, mas não posso.
Eu queria fazer amor com você, mas não posso.
Eu queria dizer que seríamos perfeitas juntas, mas não posso.
Eu queria fugir com você para onde não existissem perguntas, mas não posso.
Eu queria te fazer feliz, mas não posso.
Eu queria gritar para o mundo ouvir que encontrei o perfeito amor, mas não posso.
Eu queria gritar, gritar, gritar, gritar
para você ouvir,
mas não posso!
A Idade do Céu – Simone e Zélia Duncan
Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu…
Não somos o
Que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu…
Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu…
Oh! Oh!…Oh! Oh!
Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Um capricho do sol
No jardim do céu…
Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu…
Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu…
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Ah! Ah! Ah!
Oh! Oh! Oh! Oh!
Ah! Ah!
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!…
Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu…(2x)
A mesma idade
Que a idade do céu..
Pra rua me levar – Ana Carolina e Maria Bethânia
PRA RUA ME LEVAR
Não vou viver, como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho aonde eu vou
As vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus e que não abro mão
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar você
É… mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar você…
Teu Nome Mais Secreto
Só eu sei teu nome mais secreto
Só eu penetro em tua noite escura
Cavo e extraio estrelas nuas
De tuas constelações cruas
Abre–te Sésamo! – brado ladrão de Bagdá
Só meu sangue sabe tua seiva e senha
E irriga as margens cegas
De tuas elétricas ribeiras,
Sendas de tuas grutas ignotas
Não sei, não sei mais nada.
Só sei que canto de sede dos teus lábios
Não sei, não sei mais nada.
Adriana Calcanhotto
